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Pegar a memória
/ cultura, identidade
Raras vezes a memória pode se tornar uma coisa palpável, algo que a gente pode sentir através do corpo. Em 2019, uma pérola surgiu desse mar oculto das recordações da minha vó Luísa: a única imagem da juventude presente na foto do carteira profissional.
Referenciando a tradição nordestina da fotopintura e me apropriando da tecnologia de reconhecimento facial, decidi reconstruir esse instante.
Imaginei nessa cena um outro olhar atrás da câmera, no qual ela se reconhecesse e para o qual abrisse os seus afetos e talvez um sorriso.
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